As Urnas feitas de lona branca e
marrom, introduzidas na década de 1950.
Essas urnas são equipadas com zíperes e
lacres de chumbo para garantir a segurança dos votos. A Urna de lona marrom,
por exemplo, era o modelo utilizado desde 1974. Contudo, essas urnas passaram a
ser motivos para fraudes e falcatruas eleitorais.
As “urnas grávidas”, por exemplo, é
uma das fraudes mais comuns. Neste tipo de fraude, cédulas já preenchidas são
inseridas nas urnas antes mesmo de serem disponibilizadas aos eleitores,
adulterando os resultados.
Isso sempre gerou discussões
subjetivas e ações jurídicas homéricas.
Além disso, as cédulas mal
preenchidas eram fonte de intensas discussões entre os fiscais das eleições. A
interpretação dos votos era subjetiva e, em muitos casos, o voto acaba sendo
anulado por falta de consenso.
ESPECIALMENTE COM AS URNAS
FRAUDE COM AS URNAS DE LONA OU
SIMILAR
A outra forma de fraude com as urnas
confeccionadas com lona ou similar, é elas possuírem um fundo falso. Pois, num
momento onde não poderá ter fiscalização, a abertura adicional é acionada, os
fraudadores têm acesso ao interior da urna onde podem fraudar, mudar os votos.
Inserindo cédulas já assinadas pelos membros da mesa, retirando os votos que
são destinados aos opositores, e voltando a inserir votos do interesse dos
fraudadores. E assim modificando o desejo do eleitor.

